segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Eco Medicina

                         O EFEITO PLACEBO ALOPÁTICO                               
                          
                                                                                     Orlando Gonzalez



    A maior prova de que a homeopatia é eficaz reside na  tentativa insistente da indústria alopática em querer enxovalhá-la.
    Essa preocupação  obsessiva, que deveria inexistir em produtores de drogas que as consideram superiores, desnuda suas intenções mercadológicas, seu aferrado amor ao lucro a qualquer preço.
    Para tanto, lançam  mão de repetidos chavões, incomodados que estão com a permanência de mais de duzentos anos do êxito da homeopatia. 
    A indústria alopática sabe que, em medicina, mentiras duram pouco, a exemplo da frequente  substituição de seus medicamentos por outros, numa sucessão de estragos que promovem  nos incautos, e sempre com a desculpa  de que a droga adventícia tem “menos efeitos colaterais”, uma espécie de confissão de que o remédio defenestrado era realmente perigoso e disseminou incalculáveis males, nunca pesquisados, catalogados e exibidos publicamente. 
     Nem sempre entretanto a promessa se cumpre – às vezes o novo astro arruína o organismo humano mais do que o anterior. 
     Por isso a alopatia e seus porta-vozes mercenários precisam agredir sistematicamente terapêuticas de sucesso, como de vez em quando  fazem com a acupuntura, a medicina chinesa, a fitoterapia e outras.  E de onde provém essa necessidade?
     Do fato incontestável de que seus remédios (“remédios”?) geram desastres de há muito identificados por cientistas idôneos (imunes a soldo): dependência física e psíquica de psicotrópicos, alguns levando ao suicídio; vitaminas sintéticas cancerígenas; degeneradores celulares; antibióticos que aumentam a resistência microbiana; desreguladores hormonais de lastimáveis consequências;  supressores imunológicos; interações que levam ao óbito,  etc. etc. etc.  (E põe etc. nisso).
     Em resumo, o paciente da alopatia que se livra temporariamente de um incômodo (transformando-o não raro em outro – ou outros -  a médio ou longo prazo)  tem uma grande capacidade de auto-sugestionar-se. 
     Além de se predispor a crer que a doença irá às favas pela ação da repressora química alopática, sua indução psicológica alcança também a remoção dos imediatos efeitos colaterais do veneno alopático.
      Isso é que é efeito placebo!...
   
Bibliografia:
1) A Verdade sobre os Laboratórios Farmacêuticos – Como Somos Enganados e o que Podemos Fazer a Respeito, da Drª Márcia Angell, Editora Record;
2) La Nocividad de los Antibióticos, dos Professores Planellas e Jaritonova, Editora Mire – Moscou;  
3) Doenças Iatrogênicas,  Lacaz, Corbett e Teixeira;
4) Talvez seu Médico Tenha Deixado de Contar: Novas Pesquisas Afirmam que os Remédios mais Receitados Não Beneficiam a Maioria dos Pacientes, reportagem da  Revista Época, nº 520, maio/2008; 
5) Pills Potions Poisons, How Drugs Work, Stone and Darlington – Oxford University Press;
6) Endorfinas, de Jack Lawson – Editora Eko;
7) A Depressão em Preto e Branco (um novo livro compara o efeito dos antidepressivos modernos com o de pílulas de placebo...) – Revista Veja, edição de 10.2.2010;  
8) A Expropriação da Saúde, de Ivan Illich – Editora Nova Fronteira;
9) Cem Anos de Mentira, de Randall Fitzgerald – Editora Ideia & Ação;
10) Prescription for Disaster, de Thomas J. Moore – Simon & Schuster – N.Y.;
11) Sem Anestesia – Os Bastidores de uma Medicina cada vez mais Cruel, de Alex Botsaris – Editora Ojetiva

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